Como seriam as capas?






Mais aqui.
Boa entrevista em vídeo com Khoi Vinh, que foi diretor de design do New York Times por 4 anos. Ele fala sobre um dos assuntos que o tornaram famoso: o uso de grids para criar design na web — hoje, técnica mais disseminada do que as dívidas bancárias.
De quebra, discute a importância dos letristas nas histórias em quadrinhos.
Pena que não falou sobre a sua mais recente ideia, a de um novo tipo de profissional, o designer de experiências editoriais.
Via The Color Machine.

Eva-Lotta Lamm é designer e frequentadora assídua de conferências sobre internet. Durante os eventos, em vez de fazer anotações, tuitar, filmar ou tirar fotos, rabisca em cadernos. Cobertura vintage é pouco.
Falando nisso, me lembrei de Ray Pettibon, que fez a capa do clássico disco Goo, do (talvez falecido) Sonic Youth. Voltaram a falar do ilustrador por causa do clipe novo do Red Hot Chili Peppers. Já viu?

Chernobil para turistas, com Aerotrem e tudo.

Várias imagens do local, tal como está hoje em dia.
Sabe o que é a primeira imagem acima? A ideia da arquiteta ucraniana, Arina Ageeva, para transformar Chernobil (aquela) numa área de turismo. O projeto inteiro pode ser visto no site da ZA Arquitects. Arina e seus consultores afirmam que parte da área da usina é segura para humanos. Mas que sofre de — digamos — preconceito. E que, por conta de estar praticamente desabitado, o local foi retomado por várias espécies de plantas e animais, o que torna a visita ainda mais pitoresca.
Será que o projeto, um dia, sairá do papel? Se o pessoal visita Auschwitz, por que não?
PS— Eu já sei o que vocês vão dizer: que a neve da imagem sugere resíduos radiotivos no ar. Piadistas.
O Google passa pelo maior processo de redesign da história da companhia. Depois do lançamento do Google+, quase todos os seus produtos mudaram. Jon Wiley, um dos user experience designers do Google, fala sobre os bastidores e os objetivos desse gigantesco projeto. O vídeo acima foi gravado durante a conferência que Wiley deu no UX Week 2011. E tem o sugestivo nome de “Uau, o Google tem designers!”.

Eu sei que você é geek como eu e, assim que foram anunciados o Nexus S e o Android 4.0, já correu procurar a Roboto, a nova e hypada fonte de tela do sistema operacional para celulares do Google. Se você não a encontrou, pode baixar os arquivos agora. Mas, sei lá. Sou mais a Droid. Ou talvez essa seja apenas uma versão de testes, porque as entrelinhas e o kerning ainda estão meio toscos.
O tradicionalíssimo jornal inglês, The Guardian, lançou sua versão para iPad. Segundo a detalhada análise do blog Ministry of Type, a qualidade do aplicativo vai além da média disponível no mercado.
Primeiro, porque é completamente focado em conteúdo, favorecendo leituras longas e experiências imersivas. Segundo, pelo extremo cuidado no design. Principalmente, na tipografia. O Guardian tem cerca de 200 variações de uma fonte especialmente desenvolvida para o jornal, a Guardian Egyptian.
O chefe do projeto, Jonathon Moore, conta melhor como foi criar o produto do zero.
Cada software traz um vício embutido. O do WordPress é recriar temas. Quer dizer, mudar o layout do site. A diversão nunca acaba.
Agora o Caos Ordenado terá asides (notas rápidas, sem título), posts só com imagens e uns destaques na barra lateral. Tudo por conta dos Custom Post Types.
Ainda há detalhes para acertar. A ideia é brincar com essa coisa de responsive design — que já deixou de ser uma tendência de webdevelopment e passou a ser uma necessidade, graças à diversidade de aparelhos que interagem com o conteúdo dos sites hoje em dia.
Na real, Caos Ordenado é um experimento, que me permite aprender e testar coisas que depois uso profissionalmente. Então, se você é um dos diligentes que me acompanha ao longo dos anos, já deve estar acostumado. Mais novidades em breve.

Legibilidade é para os fracos. No site Gestalten mit Code você encontra vários (oops) tipos de fontes experimentais. Como, por exemplo, a Bastard, acima, formada a partir de fragmentos de diversas fontes.