Daria Musk consegiu fazer um show usando o Google Hangouts. Dez pessoas na sala de vídeo. A música saiu pronta para virar propaganda do Google, claro. Mas pense nas possibilidades.
Acima, a parceria entre o escritor Neil Gaiman, sua esposa Amanda Palmer (do Dresden Dolls), Moby e Stephin Merritt, do Magnetic Fields. Tocando ao vivo no programa de Craig Ferguson.
Hoje faz 30 anos que o álbum Mob Rules, do Black Sabbath, foi lançado. Look out!
Existe essa história de que a fase Dio é pior do que a do Ozzy. Para mim, são duas bandas diferentes. Gosto de ambas. É verdade: prefiro o experimentalismo do começo dos anos 70. Mas Mob Rules é, no mínimo, uma aula de timbres. Em especial na bateria de Vinny Appice. Culpa de Martin Birch, que produziu quase todos os clássicos do hard rock e heavy metal que entraram para a história (Iron Maiden, Deep Purple, Rainbow, Whitesnake e Blue Öyster Cult).
Os desbocados da Decibel Magazine fizeram uma lista dos melhores vídeos do hair metal dos anos 80. Está cheia de WASP, Ratt e Whitesnake. Mas os caras esqueceram de um dos clipes mais característicos (e peludos) do gênero. Vamos por o X no sexo e os pingos nos is. Veja acima.
Ah, Girls, Girls, Girls, do Mötley Crue também não pode ficar de fora. E, se você gosta de história, tem que lembrar do sujeito que inventou o gênero, o Ted Nugent.
Ok. Já que a Fiona Apple está meio sumida, tenho que me render ao fenômeno Lana Del Rey. Mas compare por si mesmo. Fiona é mais intensa, digamos. Coma mais feijão que você chegará lá, Lana.
In the mid-19th century, Liszt was tearing up the polite salons and concert halls of Europe with his virtuoso performances. Women would literally attack him: tear bits of his clothing, fight over broken piano strings and locks of his shoulder-length hair. Europe had never seen anything like it. It was a phenomenon the great German poet Heinrich Heine dubbed “Lisztomania.”
200 anos de Franz Liszt, o Beatle da música erudita, via NPR.
Algumas das melhores vozes e performances vocais que ouvi recentemente. Vocês vão reclamar, mas, quando ouço certas músicas da banda, acabo me lembrando do Yes. Acima, duas ao vivo no programa de Jools Holland.
The Turkish groups were fascinated by the modernity and power of electric guitars, but the grip of psychedelic sounds was more indigenous. It was not attached to drugs or exploring inner space as much as the compatibility of drones, modal forms and the native instruments and percolating percussion already incorporated by adventurous Western rock bands. Turned out the amplified Saz, a traditional stringed instrument, was more apt for rock than the most revved-up sitar. And if a certain British heavy metal band claimed a fascination with Middle Eastern vibes, Turkish performers had a whole lotta love for the same riffs.
Ainda que acompanhado de apenas um violão e um cello, o ex-marido de Kim Gordon, continua soando a Sonic Youth. A lógica é a mesma da banda: camadas de arranjos de cordas com afinações diferenciadas, criando certa doçura, envolvida numa atmosfera de tensão. Mas Demolished Thoughts traz pelo menos uma novidade: a produção de Beck, que acrescenta alguma intensidade ao trabalho.
Worship Music é um dos melhores álbuns da carreira do Anthrax. Exatamente porque não é retrô, nem modernoso. É thrash metal e ponto. Só que com refrões melódicos e algumas baladas — ítens que entraram na fórmula musical da banda, nos últimos 15 anos.
A volta do vocalista Joe Belladona fez diferença? Claro. Mas mais do ponto de vista “motivacional”. Quer dizer, deu um sopro de vida e entusiasmo para a banda. Do ponto de vista das composições, Worship não é tão diferente de We’ve Come For You All, de 2003, que já era um bom disco. Assim, só resta continuar balançando a cabeça.
Nine Types of Light é mais do mesmo TV on the Radio. Está mais para Return to Cookie Mountain (2006) do que para o praticamente dançante Dear Science (2008). A banda não arrisca, mas mantém o nível. E os falsetes, claro.
Mastodon atira para todos os lados em The Hunter. E acerta os alvos. Sludge metal, Alice In Chains, Pink Floyd, sons de trilha sonora de sci-fi das antigas, reciclagem de sons do disco anterior, tudo funciona. E fica melhor a cada audição.